Pode colocar o time no 4-4-2, no 4-2-3-1, no 0-0-10, que seja… Não há mudança tática que corrija a incapacidade de alguns jogadores em acertar passes de três metros. Atletas de qualidade estão com uma displicência acima da permitida para quem sonha com a Libertadores e até mesmo com o título brasileiro.
As peças já não têm mais se encaixado como no início da competição. A ligação direta do goleiro para o ataque é constante, os meias não se entendem. E ontem, no primeiro tempo, com dois atacantes, nem a esperada pressão surtiu efeito a caminho do gol.
É complicado achar uma luz no fim do túnel. O técnico Oswaldo de Oliveira teve peito ao mudar a equipe para o 4-4-2, mesmo ciente de que perderia a criação de jogadas pelas pontas. Porém obteve um resultado quase nulo.
Na segunda etapa, com o 4-2-3-1 de volta, a equipe viveu flashes de inspiração e marcou da única forma que poderia, em uma bola desviada na defesa adversária. No fim, a torcida do Alvinegro gritou o nome do zagueiro Brinner. Sintoma de noite com baixíssimo nível técnico.
Este post foi publicado domingo, julho 29th, 2012 às 15:27 na categoria Sem categoria.