As principais críticas dos torcedores do Botafogo nos últimos jogos foram em relação ao baixo número de de finalizações do time no Campeonato Brasileiro. Na partida diante do Palmeiras, pela Copa Sul-Americana, na Arena Baueri, ao menos, esse não foi o mais grave dos problemas.
Foram finalizações de todas as maneiras. Teve de fora da área, com Andrezinho, que acertou o travessão. Teve de Vitor Júnior, que perdeu cara a cara com o goleiro Bruno, Elkeson travado pela zaga alviverde no último momento e até chute do lateral-direito Lucas, que foi, acreditem, para a linha lateral oposta.
É, teve isso tudo. Menos o principal: o gol! Que falta um atacante faz ao time. A qualquer time. O Palmeiras chutou uma vez ao gol no primeiro tempo. O Botafogo seis. Quem não faz, leva!
Os gols marcados pelo atacante, centroavante e homem de referência Barcos mostram exatamente a importância que um jogador desta posição tem. E o Botafogo, por opção de Oswaldo de Oliveira, não conta. Tinha loco Abreu, que marcou na noite de quarta o seu primeiro gol pelo Figueirense.
Mas ele não servia para o sistema de jogo do treinador. Sistema esse que muda a cada partida, já que o técnico ainda não encontrou a melhor formação nesta temporada. Com Seedorf poupado, o ataque foi formado por Vitor Júnior e Elkeson, dois jogadores que estão longe do tradicional “9″ que hoje faz muita falta à equipe.
Oswaldo ainda colocou em campo Rafael Marques, atacante que, apesar do tamanho, joga pelas pontas, também não sendo a referência. Ele também teve uma chance. Perdeu cara a cara. Não está fácil para ninguém…
Este post foi publicado quinta-feira, agosto 2nd, 2012 às 12:11 na categoria Sem categoria.