PRIMEIRO TEMPO DE POUCAS CHANCES
A etapa inicial não foi empolgante às duas equipes. Mesmo jogando em casa, a Ponte Preta não fez valer seu mando e se aproveitou apenas nas saídas de contraataque. Enquanto a Estrela Solitária tinha mais posse de bola, entretanto não conseguiu aproveitar as chances de gol.
Pelo lado do Botafogo, Fellype Gabriel e Jádson deram trabalho a Edson Bastos com finalizações que ameaçaram o gol dos donos da casa. Já ao time campineiro, Marcinho foi quem esteve mais perto de abrir o placar, mas Jefferson impediu. No fim das contas, o empate foi justo pelo o que as duas equipes fizeram no primeiro período.
BOTAFOGO NÃO TRADUZ SUPERIORIDADE EM GOLS
O técnico Gilson Kleina mudou o esquema da Ponte de 3-5-2 para a equipe atuar com dois meias no segundo tempo, na tentativa de abrir o placar, porém quem mostrou superioridade foi o Botafogo.
Com mais volume de jogo, os cariocas arriscaram chutes ao gol com Andrezinho e Jadson que paravam em Edson Bastos. Oswaldo de Oliveira fez modificações na equipe, mas sem Seedorf e Elkeson o time não conseguiu tirar o zero do placar.
No fim da partida, a Macaca ainda tentou uma pressão, só que sem êxito, devido a vários erros de passe. A melhor chance deles foi com Roger aos 42 do segundo tempo, que acertou a trave após cobrança de falta.
Quase 6 mil pessoas viram no Moisés Lucarelli o empate em 0 a 0, igualdade que prejudica o Fogão na disputa por uma vaga na Libertadores e deixa a Ponte em posição intermediária na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.