Oswaldo lamenta sequência de jogos em curto
espaço de tempo (Foto: Thales Soares)
O Botafogo vem enfrentando uma maratona recente nesta temporada. Desde o dia 14, quando goleou por 4 a 1 o Nova Iguaçu, o time completará uma série de cinco jogos em 14 dias neste sábado, contra o Resende, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta de Redonda, pela semifinal da Taça Rio.
Para minimizar os efeitos da maratona, o Botafogo se concentrou em Pinheiral na terça-feira, antes do confronto com o Sobradinho-DF, pela Copa do Brasil, que também foi em Volta Redonda. Para Oswaldo, o fato atrapalha até uma avaliação mais profunda.
A situação ainda pode ficar mais complicada na semana que vem. Se o Botafogo se classificar terá que jogar domingo, às 16h (de Brasília), também em Volta Redonda. Antes, na quinta-feira, às 19h30 (de Brasília), enfrentará o CRB-AL, em Maceió, pela Copa do Brasil. Um intervalo de pouco mais de 66 horas, o mínimo definido por lei.
- O que importa nesse momento é a recuperação dos jogadores, mas uma viagem longa e desgastante acaba não dando condições de se avaliar quais são realmente as melhores equipes. Se você não treina, não se recupera, se machuca, perde essa coisa da avaliação de quem é melhor - explicou Oswaldo.
No começo da temporada, houve um rodízio maior de jogadores no Botafogo. Oswaldo chegou a usar um time inteiro de reservas na vitória por 1 a 0 sobre o Volta Redonda, domingo passado. Mas com jogos decisivos pela frente, a situação muda de figura.
- A gente segue uma rotina de observação e sensibilidade. Não adianta fazer rodízio se o jogador que vai entrar não estiver preparado. A gente observa, informa e prepara todo mundo para que possa fazer esse rodízio - disse Oswaldo.