Lodeiro ainda não teve a chance de atuar no
Maracanã em sua carreira (Foto: Fábio Castro/Agif)
O evento-teste para a Copa das Confederações que inaugurou o Maracanã, no último sábado, foi motivo de atenção de todo o mundo. Um templo do futebol, palco da decisão da próxima Copa do Mundo, está de cara nova, despertando a curiosidade de todos e ansiedade por jogar em um dos grandes estádios da história do esporte.
Para Lodeiro, esta primeira oportunidade poderia ser um momento épico, justamente na Copa das Confederações, com a seleção do Uruguai. Para isso, precisaria chegar à final da competição, no dia 30 de junho.
- Não pude ver o jogo, mas as imagens mostram que está muito bonito. Seria bom poder jogar a final da Copa das Confederações. Seria especial. Qualquer jogador uruguaio tem uma sensação muito boa com isso - disse Lodeiro.
A lembrança imediata viaja até 1950, quando o Uruguai venceu por 2 a 1 o Brasil no Maracanã e conquistou a sua segunda Copa do Mundo. Até hoje, nos jogos da seleção uruguaia no Centenário, uma bandeira com o ano do título aparece na arquibancada.
- Quando um uruguaio vem ao Brasil, a primeira coisa que vem na cabeça é essa história de 1950 - afirmou Lodeiro.
Em sua carreira, o uruguaio ainda não teve a chance de jogar no Maracanã. Aos 24 anos, ele já havia vestido a camisa de Nacional, do Uruguai, e Ajax, da Holanda, antes de chegar ao Botafogo em julho do ano passado.